Município de Americana, estado de São Paulo (SP)

Com mão-de-obra qualificada em diversos setores, o município destaca-se como um dos principais pólos fabricantes de tecidos planos de fibras artificiais e sintéticas da América Latina.



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Maior pintura linear do Brasil
Município Americana
Unidade federativa SP  (26 )
DDD 19
Estado São Paulo
Cep Inicial 13.465-000
Cep Final 13.479-999
Latitude -22,7300
Longitude -47,3100
Altitude 545
Area KM² 133,9
Codigo Correios 8883
Codigo IBGE 350160
Censo Demográfico IBGE
Ano Masc Fem Total % Var.
1996 83523 84422 167945  
2007     199094 18,54 %
2010        
Americana é um município brasileiro do estado de São Paulo e microrregião de Campinas, fundado em 27 de Agosto de 1875. Seu nome se dá em virtude da vila que surgiu ao redor de uma estação de trem que na época servia ao município vizinho de Santa Bárbara. Como foi povoada em sua maioria por imigrantes norte-americanos, ficou conhecida como "Villa dos Americanos", mais tarde "Villa Americana" e finalmente "Americana". É hoje um importante foco de investimento nacional e internacional. Com mão-de-obra qualificada em diversos setores, o município destaca-se como um dos principais pólos fabricantes de tecidos planos de fibras artificiais e sintéticas da América Latina.

História

Os primeiros registros sobre a ocupação do território de Americana datam do final do século XVIII quando Domingos da Costa Machado I adquiriu uma sesmaria da coroa entre os municípios de Vila Nova da Constituição (atual Piracicaba), e Vila de São Carlos (atual Campinas). Nesta região foram criadas várias fazendas, e as que compreendiam o atual território de Americana foram a Salto Grande (a partir da região do bairro Antônio Zanaga), Machadinho (região central) e Palmeiras (Bairro da Lagoa).

Parte desta sesmaria, que incluía a Fazenda Machadinho, foi vendida por Domingos da Costa Machado II, para Antônio Bueno Rangel. Apos a morte deste, ela foi dividida entre seus filhos José e Basílio Bueno Rangel, tendo parte dela posteriormente sido vendida ao capitão da Guarda Nacional Ignácio Corrêa Pacheco, considerado o fundador de Americana.

Imigração norte-americana

Em 1866, as terras da região começaram a ser efetivamente povoadas por imigrantes norte-americanos sulistas, fugidos da Guerra da Secessão. O primeiro a chegar foi o advogado e ex-senador pelo estado do Alabama Cel. William Hutchinson Norris, que se instalou em terras próximo a casa sede da Fazenda Machadinho e do Ribeirão Quilombo. Em 1867 o resto de sua família chega ao Brasil acompanhado de dezenas de outras famílias de confederados. Estas famílias se instalaram em vários pontos da região, trazendo novas técnicas de cultivo, como o arado e a espécie de melancia conhecida como "cascavel da Geórgia".

Em 1875, quase uma década depois da chegada dos confederados na região, o prolongamento da linha-tronco da Cia. Paulista de Estradas de Ferro até a cidade de Rio Claro é finalmente inaugurado. Nas terras da Fazenda Machadinho, ao lado do Ribeirão Quilombo e defronte com a casa-sede da fazenda, foi feita uma estação, que embora estivesse em território campineiro foi feita para servir as fazendas do município de Santa Bárbara, cuja sede era bastante afastada, mas que não possuía uma estação. A inauguração feita no dia 27 de agosto contou com a presença do Imperador Dom Pedro II e do Conde d'Eu, marido da Princesa Isabel, batizando a estação como "Estação de Santa Bárbara". Não se sabe ao certo quando a pequena vila que deu origem a Americana surgiu. Sabe-se, porém, que a vila surgiu na época da inauguração da estação, e que foi o Capitão Inácio Correia Pacheco que loteou as terras, sendo considerado este o fundador da cidade, e seu aniversário o dia 27 de agosto, data da fundação da estação.

A pequena vila formada ao redor da estação tinha como nome oficial, somente "Vila da Estação de Santa Bárbara" e era formada principalmente por famílias de americanos, por isso era conhecida extra-oficialmente como "vila dos americanos". A semelhança entre o nome da vila da estação e o nome do município vizinho causou um serio problema de comunicação aos moradores da vila, que freqüentemente perdiam correspondências que ao invés de serem entregues na vila da estação de Santa Bárbara, eram entregues no município de Santa Bárbara, a 10 quilômetros de distância da estação. Este problema postal fez com que a Cia. Paulista mudasse o nome da estação no ano de 1900 para "Estação de Villa Americana". Com isso o nome da vila também foi oficializado como "Villa Americana".

Carioba

Na penúltima década do século XIX a Fazenda Salto Grande foi comprada pelo norte-americano Clement Willmot que em suas terras criou a primeira indústria de Villa Americana sob razão social de Clement H. Willmot & Cia. Em 1889 a fábrica ganha o nome de Fábrica de Tecidos Carioba que em tupi-guarani significa "pano branco". Em 1896, graças a dívidas acumuladas com a abolição da escravatura em 1888, a fazenda Salto Grande fale por dívidas e é vendida junto com a Fábrica de Tecidos Carioba.

Em 1902 a fazenda e a fábrica são compradas por imigrantes alemães, membros da família Müller. Foi daí que a fábrica cresceu e ganhou projeção nacional, se consolidando dentro de Villa Americana. Em torno da fábrica nasceu a vila operária de Carioba. Estes alemães trouxeram para a região toda a concepção de urbanização baseada no estilo europeu, que se materializou nas edificações das fábricas, residências patronais, hotel, escola, cooperativa e moradias dos operários. O primeiro asfalto de piche do Brasil foi implantado em Carioba, com piche importado da Europa. Essa fábrica foi à célula-mãe do Parque Industrial de Americana.

Imigração Italiana

Em 8 de outubro de 1887, chegou ao Brasil Joaquim Boer, chefiando uma grande comitiva de imigrantes italianos, que passou a residir na Fazenda Salto Grande, que na época era de propriedade de Francisco de Campos Andrade. Construíram a primeira Igreja de Americana em meados de 1896, quando foi rezado uma missa em homenagem a Santo Antônio, que se tornou padroeiro da cidade. Esses imigrantes contribuíram muito para o desenvolvimento da vila, pois eram agricultores excepcionais.

Todo ano no dia 13 de Junho era organizada uma grande festa em homenagem a Santo Antônio na vila, inclusive com grande queima de fogos organizada por Vicente Ardito. Era uma festa muito tradicional que atraia pessoas de toda região. Os primeiros tempos foram muito difíceis para os imigrantes, pois coabitavam nas senzalas com os escravos negros, sem a mínima condição de higiene e conforto. Chegaram já em débito com o fazendeiro, a quem tinham que pagar as despesas de viagem e também se submetendo ao sistema de parceria onde eram bastante explorados, ficando quase sempre devedores nos armazéns da fazenda, até que esse sistema foi mudado por um ordenado fixo e um determinado número de pés de café e mais uma comissão. Superaram tudo pela sua valentia, tornando-se posteriormente os industriais, comerciantes e, seus descendentes, profissionais liberais sobrepujando todas as barreira e restrições a eles impostas.

A disputa do território

Um acordo entre as câmaras municipais de Piracicaba e Campinas, firmado em 6 de fevereiro de 1833, estabelece que a divisa entre os municípios de Santa Bárbara d'Oeste e Campinas ficava um pouco aquém do Ribeirão Quilombo. Mesmo tendo o conhecimento da lei, Campinas autoriza a construção da "Estação de Santa Bárbara", em seu território. Santa Bárbara passa então a controlar a vila que surgiu ao seu redor, fazendo algumas melhorias e cobrando impostos, já que mesmo estando no território do município vizinho, a estação ferroviária lhe pertencia.

O crescimento do tráfego ferroviário, com trens diários para Campinas e para São Paulo, provocaram um contato maior com o município de Campinas devido a maior facilidade de transporte, uma vez que para Santa Bárbara, embora mais perto, o transporte era feito por tração animal. Então, aos poucos o pólo de interesses dos vilamericanenses foi mudando. Por volta do ano de 1896, a câmara municipal de Campinas, atendendo ao apelo dos moradores da vila, passa a proceder o lançamento e a cobrança de impostos dos seus habitantes, exercendo assim atos administrativos na vila. O município de Santa Bárbara, por se julgar ferido em seus direitos, continua a proceder com a cobrança destes mesmos impostos.

Então, Campinas entrou com um recurso no Conselho legislativo do estado, argumentando que os limites fixados na lei de 1833 incluíam a vila dentro do município de Campinas, e os barbarenses lutavam pela anulação desta lei, alegando que os limites não eram suficientemente claros em seus termos. Enquanto a questão permanecia sem solução, os moradores da vila estiveram em situação difícil com os dois executivos exercendo ações administrativas e cobrando os mesmos impostos. A questão pode ser melhor entendida pela transcrição do texto enviado por Basílio Bueno Rangel, em 1900, a seção livre do "Diário de Campinas":

"É Incrível! Fui vítima de um abuso inqualificável. O célebre juiz de paz de Santa Bárbara, Joaquim Veríssimo Oliveira, acompanhado de capangas e soldados com armas embaladas entraram em minha casa, levando toda mobília que guarnecia minha sala de visitas e mais alguns objetos, isto a título de eu não ter pago para a Câmara de Santa Bárbara um imposto inconstitucional, depois de eu ter depositado a importância da mesma nas mãos do Juiz de Paz de Santa Cruz, em Campinas. Villa Americana, campineira, está sendo explorada pela gananciosa câmara de Santa Bárbara, que não possuindo documentos comprobatórios sobre a questão de divisas, experimenta de todos os manejos políticos para ver se prejudica Campinas! Insensatos! Não vêem que é mais fácil um burro voar do que Campinas ceder-lhes um palmo de seu território? Seria uma calamidade se tal acontecesse! Protesto e protestarei contra a execução violenta de que fui vitima em território que não pertence à Santa Bárbara."

Villa Americana, 7 de março de 1900
Basílio Bueno Rangel

A solução foi dada em 30 de julho de 1904, quando o poder executivo estadual criou pela lei nº 916, o Distrito de Paz de Villa Americana, dentro do município de Campinas. Mesmo tendo passado mais de um século que esta disputa foi resolvida, pode-se ver até hoje um resquício deste evento na população local, por meio de uma rivalidade entre os municípios que persiste até os dias de hoje.

A visita de Elihu Root

Em 1906, dois anos após a criação do Distrito de Paz de Villa Americana, aconteceu um dos mais marcantes fatos da história do município. Estava acontecendo no Rio de Janeiro a Conferência Panamericana, presidida pelo ilustre secretário de Governo americano Elihu Root. Depois de presidir a conferência, o secretário de governo foi convidado a visitar uma fazenda de café em Araras. Veio de navio para Santos e na estação dessa cidade, tomou um trem especial da Cia. Paulista, descendo na estação de Guabiroba (depois rebatizada como estação Elihu Root), um pouco além da estação principal de Araras, para visitar a Fazenda Santa Cruz.

Durante a viagem, Root foi informado da existência da Villa Americana, e mostrou interesse em conhecê-la. Depois de terminado todos os compromissos na volta de sua viagem, ele desembarcou na estação de Villa Americana e foi recebido com grande emoção por americanos e descendentes. Como a localidade ainda não tinha energia elétrica, as centenas de americanos que foram recebê-lo levavam tochas, que na noite escura, formavam uma visão impressionante. Root emocionou-se a ponto de chegar às lágrimas. Isto e a conversa que se seguiu geraram para ele uma lembrança da qual ele nunca se esqueceu, até sua morte, em 1937.

A emancipação

Após a elevação da vila à categoria de distrito, viu-se um rápido desenvolvimento. Criou-se o primeiro serviço policial, uma sub-prefeitura, a primeira iluminação pública feita com três lampiões de querosene trazidos da Alemanha e a criação da primeira escola oficial com o envio do Prof° Silvino José de Oliveira pelo estado. Todos estes feitos foram criando as condições necessárias para que seus moradores começassem a lutar pela sua emancipação. No ano de 1922, Villa Americana era um dos distritos de paz mais progressistas de Campinas, e tinha uma população de 4500 habitantes. Neste ano iniciou-se a luta política pela emancipação, encabeçada por Antonio Lobo e outros como o tenente Antas de Abreu, Cícero Jones e o próprio Hermann Müller. O trabalho destes e de tantos outros moradores da vila finalmente deu frutos. Em 12 de Novembro de 1924, foi criado o Município de Villa Americana, composto de dois distritos: o de Villa Americana e o de Nova Odessa que mais tarde dera origem ao município de Nova Odessa.

Revolução Constitucionalista

Na época do advento da ditadura varguista em 1930, Villa Americana vivia uma fase de profundo crescimento principalmente na indústria têxtil. Em 1932 durante a administração do prefeito Antonio Zanaga, eclode a Revolução Constitucionalista contra o regime vigente. Villa Americana não ficou surda diante dos apelos dos outros paulistas, e enviou vários jovens para lutar na Revolução. Três deles, Jorge Jones, Fernando de Camargo e Aristeu Valente (este último de Nova Odessa; então parte de Americana) não tiveram a sorte de voltar com vida para casa. Seus feitos heróicos são lembrados até hoje.

Em 1938, ainda na gestão do prefeito Antonio Zanaga, a cidade, devido ao grande crescimento, abandona o nome de Villa e passa a se chamar apenas Americana. A década de 30 foi o auge do desenvolvimento econômico de Americana, que passou a ser conhecida como a capital do Tecido Rayon. O progresso e o desenvolvimento acentuado na segunda metade do século XX provocou a criação da Comarca de Americana, durante a administração do prefeito Jorge Arbix em 31 de dezembro de 1953. Em 1959 na administração do prefeito Abrahim Abraham Nova Odessa é emancipada tornando-se um município autônomo de Americana.

Fundação: 27 de Agosto de 1875 (132 anos)

Conurbação com Santa Bárbara d'Oeste

Entre as décadas de 1960 e 1970, o rápido desenvolvimento da cidade, fez com que muitas pessoas viessem a procura de emprego e moradia. Como o território do município é pequeno ele não comportou esse crescimento, e essas pessoas só tiveram a opção de se estabelecer na divisa entre Santa Bárbara e Americana, gerando o fenômeno de conurbação no local e dando origem a região conhecida como Zona Leste de Santa Bárbara.

Esse fenômeno ocorreu também pelo fato de que a maioria da população desconhecia onde terminava um município e começava outro. Isso se dava porque o limite dos municípios ainda não estava totalmente fixado. O problema foi resolvido e a divisa das cidades foi fixada como a avenida que corta a região, que recebeu o nome de Avenida da Amizade.

A conurbação apesar de ter trazido desenvolvimento para Santa Bárbara, também trouxe problemas. O grande aumento demográfico ocasionou forte desequilíbrio nas contas públicas do município, que não estava preparado para receber um fluxo tão grande de pessoas e arcar com as despesas. Isso causou anos de estagnação econômica, que hoje estão sendo superados graças ao desenvolvimento da região.

Geografia

Localização

Americana está localizada na região centro-leste do estado de São Paulo, Região Sudeste do Brasil.

124 km de São Paulo, Capital
205 km do Porto de Santos
20 km do trevo de confluência das rodovias Anhangüera e Dom Pedro I
35 km de Campinas
110 km de São Carlos
150 km de São Bernardo do Campo
30 km de Piracicaba
15 km da Replan em Paulínia

Relevo e solo

Com uma altitude média de 528,5 metros o território do município é levemente acidentado, sem elevações expressivas, apresentando as características da parte planáltica denominada depressão periférica paulista. O solo integra a região sedimentar paleozoica (massapé e terra roxa).

Hidrografia

A cidade está localizada na bacia do Rio Piracicaba, que se forma em Americana, na junção dos rios Atibaia e Jaguari. O Rio Atibaia forma a Represa de Salto Grande, onde se encontra a Usina Hidrelétrica de Salto Grande, em operação desde 1949 com três unidades geradoras. Há também inúmeros córregos e ribeirões, sendo o Ribeirão Quilombo o principal deles.

Clima

O clima é tropical com inverno seco (Köppen: Aw), com temperatura média mínima de 15,3° e máxima de 28,2°.

Infra-estrutura

Urbanização

Americana possui zoneamento urbano que favorece a locomoção entre os diferentes pontos da cidade, facilitando acesso aos bairros e zonas industriais. A cidade não tem favela graças a programas habitacionais que atendem de forma diferenciada os segmentos da população, com projetos de mutirões e financiamentos populares. O município tem 95% de suas ruas asfaltadas, 95% de casas com rede de água e esgoto, 100% das residências com iluminação pública e 85% de seu esgoto é tratado. A coleta de lixo atende de forma diversificada 98% da cidade, contando residências, indústrias e hospitais. A coleta seletiva está sendo gradualmente implantada no Município. Americana com pouco mais de 200 mil habitantes já apresenta sinais, da rotina de cidades grandes, um deles é o trânsito pesado, que vem fazendo parte do cotidiano dos motoristas americanenses, com horários específicos, são eles: entre 6:00 e 8:00, entre 11:00 e 14:00 e entre 17:00 e 20:00.

Segurança

Há o policiamento realizado pelos 191 policiais pertencentes ao 19º Batalhão da PM do estado de São Paulo. Americana tem 15 delegados, 27 escrivães, 40 investigadores e 187 guardas municipais da GAMA (Guarda Armada Municipal de Americana). O Corpo de Bombeiros se enquadra na categoria 1 como um dos mais bem aparelhados do Estado de São Paulo, com um contingente de cerca de 30 homens, que operam com duas viaturas de resgate e três de combate a incêndios.

Saneamento

A água de Americana é tratada pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE), que captura do Rio Piracicaba 900 litros por segundo de água, que em seguida é encaminhada para o processo de tratamento em uma das duas Estações de Tratamento de Água (ETA), que através de processo convencional tratam cerca de 77 milhões de litros de água por dia e distribui para mais de 60 mil residências do município.

Devido à presença de Cyanobactérias e algumas espécies de algas, a água de Americana é tratada com Carvão ativado (10 ppm), pois o tratamento com cloro ou sulfato de cobre, provoca estresse nestes organismos, o que pode causar a liberação de toxinas na água. O tratamento com carvão ativado não oferece nenhum risco à população.

Durante todo o tratamento são realizadas análises de controle operacional que visam aferir a eficiência de cada fase do processo empregado. Diariamente são feitas coletas em vários pontos da cidade com a finalidade de se realizar analises físico-químicas e microbiológicas, nos laboratórios da ETA, no intuito de garantir a qualidade da água distribuída e a conformidade com a legislação federal vigente (portaria 1469 – FUNASA – MS).

Além de todo o controle laboratorial utiliza-se como auxiliar um lago de controle biológico de qualidade, onde espécies sensíveis de peixes detectam as menores variações nos aspectos físico-químicos da água tratada.

Cultura

Teatros

Teatro de Arena Elis Regina: Construído em 1981, o teatro que outrora foi palco de apresentações de vários artistas, permaneceu por mais de uma década em total abandono, tornando-se ponto de prostituição e uso de drogas. Em 2000 iniciou-se as obras de reforma, que por motivos financeiros só foram concluídas quatro anos depois, sendo reinaugurado em 22 de setembro de 2004. A intenção dos engenheiros com o projeto de remodulação do teatro era dar a idéia de um circo, um local de espetáculos alegre e de múltiplas atividades. Para tal o teatro foi coberto com uma lona branca em arco, que trouxe uma característica ímpar, além de um tom de leveza e brancura. O teatro oferece 1100 cadeiras na platéia coberta, 02 camarins e amplo estacionamento. Endereço: Rua Piauí, 1.080 - Jd. Colina. Telefone: (19) 3462-7395.

Teatro Municipal Lulu Benencasse: Inaugurado no ano de 1986, o Teatro Municipal ocupa o prédio do antigo “Cine Brasil”, que por décadas foi um dos principais pontos de encontro dos jovens americanenses. Desde sua inauguração tem abrigado grandes apresentações culturais como espetáculos e festivais de teatro, dança e música, além de atividades de cunho social e projetos de valorização das artes por artistas da cidade e região. Depois de pesquisarem a melhor locação em cidades de todo o Brasil, os produtores do filme "Por Trás do Pano" (Brasil, 1999, com Denise Fraga) decidiram pelo Teatro “Lulu Benencase” porque a sala possui as características típicas de um teatro tradicional, despertando no imaginário do público a paixão por esta expressão artística. O teatro tem capacidade para 840 lugares.

Biblioteca municipal

A Biblioteca Municipal "Professora Jandira Basseto Pântano" foi fundada em 25 de outubro de 1955. Ocupa o antigo prédio do Grupo Escolar "Dr. Heitor Penteado", na praça Comendador Müller, ao lado da Matriz de Sato Antônio. Possui aproximadamente 41429 livros de Assuntos Gerais e 9051 livros Infanto-Juvenis, totalizando 50480 livros (junho de 1999). Com um acervo de periódicos de 114 títulos totalizando 24445 fascículos e 46 revistas infantis totalizando 3252 fascículos. A média de público mensal no ano de 1998 foi de 600 pessoas, sendo o período da tarde o de maior movimento. Possui seu quadro de associados com 31900 sócios inscritos até dezembro de 1998.

A biblioteca leva o nome da professora Jandyra Basseto Pântano, nascida em 27 de outubro de 1916, em Villa Americana. Fez seus primeiros estudos nas Escolas Reunidas, uma das primeiras escolas fundadas na cidade. Concluiu o curso normalista em Campinas. Em janeiro de 1938 foi nomeada para exercer o cargo professora substituta efetiva do Grupo Escolar "Dr. Heitor Penteado". Na escola passou 22 anos do magistério como professora primária dando exemplo de assiduidade e trabalho. Ela conquistou seus alunos pela firmeza de caráter e bondade de coração. Trabalhou com todas as séries, mas a de sua preferência foi sempre o quarto ano, pois com esses alunos a suas preocupação era prepará-los para a vida. A professora aposentou-se em 9 de março de 1968 e morreu em 7 de junho de 1988. Mesmo depois de largar o ensino oficial, Jandyra Basseto continuou recebendo alunos em sua casa. Ela chegou até a alfabetizar adultos e a ajudar alunos carentes.

Museus e espaços culturais

Museu de Arte Contemporânea (MAC): Fundado no ano de 1978, localiza-se no prédio anexo à Biblioteca Municipal. O acervo do MAC é composto por cerca de 260 obras de artistas modernos contemporâneos entre pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, fotografias e instalações. No local há exposições de artistas locais e de outras cidades. Promove mostras periódicas de seu acervo, bem como de artistas contemporâneos de todo o país, além de palestras, oficinas e workshops de artes. Possui também uma biblioteca que atende estudantes, artistas e demais interessados em artes plásticas. Realiza anualmente um concurso de âmbito nacional, o "Prêmio Revelação de Artes Plásticas" que premia a produção de artistas jovens. O Museu de Arte Contemporânea de Americana tem oferecido de forma gratuita, desde o ano 2000 o atendimento didático aos alunos das escolas que tenham interesse em visitar as exposições realizadas.

Museu Histórico e Pedagógico "Conselheiro João Carrão": O Museu encontra-se na sede da antiga fazenda Salto Grande, um prédio do século XVIII, construído em taipa de pilão, com estrutura e fundações em madeira de lei, em estilo colonial mineiro, uma das mais antigas construções de toda região. Localizado na confluência dos rios Atibaia e Jaguari, o museu abriga um acervo diversifiado, formado por fotografias, mapas, objetos históricos, máquinas, mobiliário, instrumentos de tortura usados pelos capatazes para castigar os negros que trabalhavam na fazenda, e outros objetos, sempre buscando contar um pouco da história da consolidação da cidade, de seu povo e dos períodos históricos que ela presenciou. Ao lado do prédio localizava-se a senzala dos escravos, que desabou durante uma tempestade que atingiu a região. O prédio é tombado pelo Condephaat desde 1982, e no momento está fechado para restauração.

Casa de Cultura Hermann Müller: Localizada na antiga casa da Família Müller, a Casa de Cultura, vinculada a Secretaria de Educação e Cultura, tem como objetivo fomentar a produção cultural, oferecendo a população um espaço de lazer e atividades. O local é um recanto de rara beleza natural que chegou ao apogeu de seu desenvolvimento têxtil, arquitetônico e paisagístico, sob a administração de família Müller. Estes proprietários, de origem alemã, transportaram para a localidade toda a concepção de urbanização baseada num estilo que se materializou nas edificações das fábricas, residências patronais, hotéis, escolas, cooperativas e moradias dos operários. Carioba oferecia inúmeras possibilidades de educação e lazer em meio a uma intensa participação cultural. Por várias décadas o bairro foi o centro da atividade têxtil, até que em meados de 1940 o setor começou a se difundir em Villa Americana. As pessoas que nasceram em Carioba se empenharam pela preservação do conjunto arquitetônico, mas, durante a década de 80, após o pedido de tombamento junto ao Condephaat ter sido arquivado, Carioba teve grande parte de seus prédios demolidos, principalmente as construções operárias. O acervo remasnescente é hoje de propriedade do poder público.

Estação Cultural: Funciona no antigo prédio da Estação Ferroviária de Americana, fundado em agosto de 1875 e que foi doado pela Fepasa para a Prefeitura Municipal. Com o fim do transporte ferroviário de passageiros, a estação foi entrando num processo de degradação que culminou na transformação do predio em moradia de mendingos, menores e usuários de drogas, que inclusive a ultilizavam como banheiro. Além do incomodo cheiro de urina, a estação atraia animais peçonhentos devido ao mato alto nos trilhos. Esta situação estendeu-se até 2004 quando foi restaurada e finalmente reinaugurada, no dia 22 de dezembro. Desde então nomeada como "Estação Cultural" está abrigando projetos da Secretaria de Cultura e Turismo da cidade, como o Raízes e o Arte na Praça. O espaço conta ainda com áreas destinadas a Casa do Artesão, Cine Clube, salas de exposições e balcão de informações turísticas. A reforma da Estação foi uma parceria entre a Prefeitura Municipal e o Projeto de Revitalização da Área Central de Americana.

Arquivo Histórico Municipal: Instalado na antiga escola do bairro Carioba, foi inaugurado no dia 27 de agosto de 2001, data oficial da fundação do município (1875). O vasto e precioso arquivo de documentos oficiais, desde a fundação da Fábrica de Tecidos Carioba no ano de 1875, que coincide com a inauguração da Estação Ferroviária do Município, que contou com a presença de D. Pedro II, esta reunido em tradicional prédio, para pesquisa de estudantes, historiadores e demais interessados, onde também serão mantidas exposições permanentes. Como primeira etapa, foi providenciado a recuperação e adaptação do velho prédio. Na segunda etapa aconteceu o penoso trabalho de reunir e selecionar documentos que marcaram mais de 125 anos de história do nosso município, em parceria da Administração com o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural de Americana (Condepham).

Orquestra Sinfônica e Banda Municipal

Criada em 1987 ainda como Orquestra de Câmara ela reunia pouco mais de 10 músicos com repertório voltado para o clássico e a música barroca. Mantida totalmente pela Prefeitura Municipal, se tornou Sinfônica em 1997, com a contratação de mais músicos completando os naipes de cordas, sopro de madeira e metal. Fazem parte da orquestra 44 músicos profissionais. A orquestra desenvolvende vários trabalhos que visam a valorização e a aproximação do público com a música sinfônica. Destaca-se o "Encontro com a Sinfônica", dedicado as crianças e jovens que têm oportunidade de conhecer de perto o funcionamento de uma orquestra, os instrumentos musicais e o seu repertório. O Movimento Corais tem oferecido a oportunidade de participação dos vários corais existentes na cidade em concertos com a própria orquestra. Os concertos Clássicos são dedicados a execução das obras dos grandes mestres da música sinfônica. A orquestra também gravou um CD com a dupla Sá & Guanabira. Recentemente, foi lançado o segundo CD intitulado "Caipira Clássico" onde, em parceria com os violinistas Paulinho Nogueira e Laércio Ilhabela, recria alguns clássicos da verdadeira música caipira brasileira em arranjos sinfônicos. A Banda Municipal "Monsenhor Nazareno Maggi" foi fundada em novembro de 1973, e tem uma importante trajetória cultural de valorização da música de boa qualidade, com apresentações e participações em festivais, além de colecionar vários prêmios em concursos por todo o Brasil e revelar novos talentos.

Religião

Igreja Católica Apostólica Romana: Desde o desmembramento da Arquidiocese de Campinas em 1976, a cidade passou a pertencer à diocese de Limeira. Americana tem uma tradição católica muito forte, dada a influência dos imigrantes italianos que ocuparam a região a partir de 1887. A primeira Igreja de Americana foi construída em meados de 1896, quando foi rezado uma missa em homenagem a Santo Antônio, que se tornou padroeiro da cidade. A cidade possui uma das maiores igrejas católicas construídas no estilo neoclássico do país, a Matriz Nova de Santo Antônio, que também é a maior igreja da diocese de Limeira.

Igrejas Protestantes e Evangélicas: A cidade possui os mais diversos credos protestantes, pentecostais e neopentecostais como a Igreja Presbiteriana, a Igreja Metodista, a Igreja Batista, a Igreja Assembléia de Deus, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Igreja Universal do Reino de Deus, as Testemunhas de Jeová, entre outras. Embora em menor número, vê-se um crescimento significativo destas na cidade. Com os imigrantes norte-americanos vieram também suas tradições e costumes, incluino a religião, sendo em sua maioria presbiterianos e batistas.

Esporte

No futebol a cidade está representada pelo Rio Branco Esporte Clube fundado em 4 de Agosto de 1913. O Rio Branco disputava a série A do Campeonato Paulista desde 1992 e foi rebaixado em 2007. Também pertence à Série C do Campeonato Brasileiro. Seu estádio é o Décio Vitta que tem capacidade para 15 mil pessoas. Americana é a cidade do Nadador Paraolímpico Danilo Binda Glasser. Ganhador de duas medalhas de bronze nas Paraolimpíadas de Sydney 2000 e Atenas 2004. Recordista Mundial Paraolímpico dos 50 Livre em piscina curta na classe S10. Ganhador de 12 medalhas Pan-Americanas, sendo 9 de ouro, 1 de prata e 2 de bronze. Foi eleito pelo COB o melhor atleta paraolimpíco do Brasil em 2000.

Turismo

Parque ecológico

O Parque Ecológico Municipal de Americana "Cid Almeida Franco", foi inaugurado em 12 de outubro de 1984. Está localizado no final da Avenida Brasil, com uma área de 120 mil metros quadrados.

Posteriormente foi transformado em um dos mais bem estruturados zoológicos do estado de São Paulo. Atualmente uma das grandes finalidades do parque é utilizar os animais mantidos em cativeiro na realização de trabalhos de educação ambiental, tentando mostrar que nós temos a grande responsabilidade na sobrevivência das espécies animais e vegetais.

Atualmente contamos com um plantel de aproximadamente 500 animais (entre répteis, aves e mamíferos) de 100 espécies diferentes, sendo que mais de 80% deles pertecem a fauna brasileira. Muitos deles estão ameaçados de extinção, o que mostra a preocupação com o estudo e a conservação dos animais brasileiros.

Além dos animais em cativeiro que recebem cuidados especiais (recintos bem elaborados e alimentação especial), a área do Parque Ecológico recebe inúmeras espécies de aves livres e comuns na cidade, que encontram condições ambientais para sua sobrevivência. O número de visitantes tem sido de 500 mil por ano.

Matriz Nova de Santo Antônio

Os cerca de três milhões de tijolos, 30 metros de largura, 80 metros de comprimento, 22 metros de altura na nave central, 50 metros de cúpula e 42 metros de piso, revelam a imponência da Matriz. Além desta gigantesca estrutura arquitetônica em estilo neoclássico, a igreja guarda um rico patrimônio de arte sacra. Suas paredes e teto têm pinturas que são verdadeiras obras de arte, pintadas pelos irmãos Pedro e Uldorico Gentilli. Pedro Gentilli começou a trabalhar em 1961 e acabou morrendo envenenado pela tinta que usava em 8 de agosto de 1968. Adoeceu quando pintava o quadro da morte de São José, que foi mantido inacabado. A obra da pintura da igreja continuou com seu irmão Uldorico Gentilli, que terminou o trabalho em 1972. Além da pintura, esculpiu doze imagens para o lado externo da cúpula. Destas imagens, oito medem 3,4 metros de altura e quatro medem 2,40 metros. As figuras foram modeladas em barro e depois fundidas em cimento. Mais tarde, em 1959, foi instalado em cima da cúpula uma imagem de Santo Antonio com 4,10 metros de altura, junto com os sinos. De cada janela foi feito um vitral com um dos dez mandamentos, feitos por diversos artistas, seguindo as imagens bíblicas, já selecionadas pelo monsenhor Nazareno Maggi. A pintura foi feita em vidros importados da Alemanha, que foram cozidos no fogo. A igreja tornou-se um dos principais pontos turísticos da cidade. Está em andamento o projeto de transformação da igreja em Basílica. [12] [13]

Festa do Peão

O rodeio de Americana teve início em 1987, através da parceria entre o CCA (Clube dos Cavaleiros de Americana) e Zé do Prato, o maior locutor de rodeios do Brasil. A idéia da festa surgiu durante uma romaria à Bom Jesus de Pirapora, do Presidente do atual CCA Beto Lahr. E o primeiro rodeio de Americana aconteceu no recinto da Fidam (Feira Industrial de Americana) no coração da cidade.

O evento, que começou com público de pouco mais de 25 mil pessoas, hoje atrai multidão superior a 400 mil pessoas. A festa ganha destaque pelas inovações tecnológicas, shows da atualidade e demais atrações, além de diversos prêmios.

O que mais chama a atenção na Festa do Peão de Americana é sua mega estrutura, só a arquibancada montada ao redor da Arena é considerada a maior da América Latina. Além disso, todos os camarotes oferecidos são amplos e bem decorados com acesso a um lounge tematizado em estilo country que todos os anos faz o maior sucesso. Outra facilidade é sua praça de alimentação que oferece variedades gastronômicas para todos os gostos.

Assim, como em todos os grandes rodeios, a Festa conta anualmente com a presença de artistas famosos da música sertaneja e do pop nacional que se apresentam em shows exclusivos para o evento. Para representar a religiosidade e a tradição da cidade, foi montada a Vila Aparecidinha, onde fica a Igrejinha de Nossa Senhora Aparecida, onde, antes da montaria peões e público fazem seus pedidos.

A qualidade do seu Rodeio já rendeu muitos prêmios para Americana. O principal deles foi o título de "Melhor Festa do Peão do Brasil", através do troféu Arena de Ouro. A cidade ainda carrega o título de "Melhor Comissão Organizadora" e do "Melhor Público de Rodeio", o que, garantem os organizadores, não foi nada fácil de conquistar.

Um dos orgulhos do Clube dos Cavaleiros de Americana é o fato de desde a criação da Festa, entidades assistenciais serem beneficiadas com direito a participarem do evento através da colocação de barracas dentro do Parque como forma de arrecadar fundos para seus trabalhos, cumprindo assim a intenção inicial do Rodeio.

Muitos visitantes deixam para comprar seu traje de peão na própria cidade para aproveitar os bons preços oferecidos. Além das muitas opções e estilos de chapéus, cintos e camisas estilo country, o forte do comércio local são as botas feitas de couro de avestruz. Depois das compras, nada melhor do que ir para o Parque de Rodeios e se entregar a emoção da Festa.

Economia

Americana é hoje um importante foco de investimento nacional e internacional. Com mão-de-obra qualificada em diversos setores, o município destaca-se como um dos principais pólos fabricantes de tecidos planos de fibras artificiais e sintéticas da América Latina. Americana é a 72ª cidade mais rica do Brasil e a 4ª mais rica da Região Metropolitana de Campinas, exibindo um PIB de R$ 4,3 bilhões.

Educação

Escolas estaduais

São 38 estaduais de 1º e 2º graus, um centro estadual de ensino Supletivo (Ceesa), um Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (ETE Polivalente).

Escolas municipais

São duas escolas de ensino fundamental (EMEF), 31 Escolas de Ensino Infantil (EMEIs), quatro Centros Integrados de Educação Pública, um centro Atendimento Integrado à Comunidade (CAIC), doze creches e quatro Casas da Criança (Ensino Infantil Integrado).

Escolas particulares

São nove de 1º e 2º graus, 35 de educação infantil e duas de educação especial.

Escolas técnicas e profissionalizantes

Colégio Cezanne
Escola Técnica Estadual Polivalente de Americana (ETEPA)
Politec
Colégio Bandeirantes
Colégio D. Pedro II
Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI)
Serviço Social da Indústria (SESI)
Centro de Capacitação Profissional (CECAP)
Dom Bosco
Colégio Antares
Colegio Anglo Campinas - Unidade Americana!

Faculdades

Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL)
Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC)
Faculdade de Americana (FAM) [1]
Instituto de Ensino Superior de Americana (IESA)

Transportes

Ônibus e táxi

O transporte coletivo urbano é feito pela empresa Viação Princesa Tecelã (VPT) e pela Viação Cidade de Americana (VCA).

Diariamente circulam 50 linhas na cidade, sendo atendidas com 109 ônibus, transportando em média 14 milhões de passageiros por ano. Além das linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU-SP.

A cidade conta com um terminal rodoviário que atende 71 mil pessoas por mês para linhas de ônibus intermunicipais e interestaduais.

Americana também conta com uma frota de 102 taxis.

Aeroclube municipal

O aeroclube municipal é um importante referencial do tráfego aéreo da região, possui pista asfaltada, iluminada (para vôos noturnos), com balizamento e dimensões de 1200x30 metros.

São realizados cerca de 260 pousos e decolagens mensalmente. Em aprovação no SERAC-4 e na ANAC o Plano Emergencial para Acidentes Aeronáuticos e o Plano Básico de Zonas de proteção e de Ruído. Seu projeto de revitalização encontra-se em andamento.

Rodovias

SP-304 - Rodovia Luís de Queirós
SP-330 - Rodovia Anhangüera

Principais vias

Avenida Brasil
Avenida de Cillo (saída na SP-304)
Avenida Campos Sales
Avenida Iacanga (saída na SP-304)
Avenida Pascoal Ardito
Avenida Antônio Pinto Duarte (saída da Rodovia Anhangüera)
Avenida Dr. Antônio Lobo
Avenida Nossa Senhora de Fátima
Avenida Abdo Najar
Avenida dos Bandeirantes (saída na SP-304)
Avenida da Amizade
Rua Dom Pedro II
Rua Fernando de Camargo
Rua 30 de Julho (parte dela no calçadão)
Rua Dom Bosco (saída na SP-304)

Saúde

A cidade é privilegiada no atendimento às necessidades de saúde da população, graças aos investimentos da Prefeitura na manutenção de um dos melhores e mais bem equipados hospitais públicos, dos 20 postos de saúde e uma policlínica, que formam uma rede bem aparelhada para o atendimento ao município.

Além dessa rede municipal que oferece atendimento gratuito, tem o reforço de seis hospitais particulares, dando uma ótima relação leito/habitante, acima da recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Hospitais

Particulares
Hospital Unimed
Hospital Cliníca São Lucas
Hospital São Francisco
Serviço de Assistência Médica de Americana (Samam)
Sanatório Espírita de Assistência e Recuperação de Americana (Seara)

Públicos
Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi
Hospital Infantil André Luis

Site da Prefeitura: http://devel.americana.sp.gov.br/americanaV5/americanaEsmv5_Index.php

Fonte: Wikipédia

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Bairros

Bairros da cidadeCep inicialCep final
Antônio Zanaga 13.474-490 13.474-589
Antônio Zanaga I 13.474-590 13.474-679
Antônio Zanaga II 13.474-400 13.474-459
Bairro da Lagoa 13.479-300 13.479-709
Balneário Riviera 13.476-750 13.476-809
Balneário Salto Grande 13.476-730 13.476-739
Bom Recreio 13.478-830 13.478-849
Bosque da Saúde 13.478-481 13.478-519
Bosque dos Ipês 13.475-680 13.475-719
Brieds 13.466-180 13.466-239
Campo Limpo 13.477-000 13.477-139
Campo Verde 13.473-310 13.473-379
Carioba 13.472-710 13.472-729
Cariobinha 13.472-360 13.472-419
Catharina Zanaga 13.469-360 13.469-409
Cechino 13.465-730 13.465-759
Centro 13.465-000 13.465-089
Chácara Letônia 13.475-000 13.475-059
Chácara Lucília 13.475-410 13.475-429
Chácara Machadinho I 13.478-040 13.478-099
Chácara Machadinho II 13.478-190 13.478-259
Chácara Machado
Chácara Mantovani 13.475-250 13.475-259
Chácara Rodrigues 13.465-430 13.465-439
Cidade Jardim I 13.466-520 13.466-659
Cidade Jardim II 13.467-070 13.467-219
Conserva 13.466-000 13.466-049
Fazenda Santa Lúcia 13.476-200 13.476-219
Fazendinha 13.475-100 13.475-119
Iate Clube de Americana 13.475-150 13.475-199
Iate Clube de Campinas 13.475-600 13.475-639
Jardim Alvorada 13.479-140 13.479-209
Jardim Amélia 13.468-650 13.468-699
Jardim América 13.476-050 13.476-069
Jardim América II 13.477-140 13.477-209
Jardim Bazanelli 13.469-899 13.469-899
Jardim Bela Vista 13.471-200 13.471-279
Jardim Bertoni 13.478-740 13.478-799
Jardim Boer I 13.477-670 13.477-729
Jardim Brasil 13.474-060 13.474-219
Jardim Brasília 13.468-700 13.468-819
Jardim Campo Belo 13.477-840 13.477-849
Jardim Colina 13.478-260 13.478-319
Jardim da Balsa I 13.470-680 13.470-709
Jardim da Balsa II 13.470-710 13.470-779
Jardim da Mata 13.476-400 13.476-459
Jardim das Flores 13.467-280 13.467-289
Jardim Dona Judith 13.469-150 13.469-199
Jardim dos Lírios 13.467-250 13.467-279
Jardim Girassol 13.465-590 13.465-699
Jardim Glória 13.468-170 13.468-269
Jardim Governador Mário Covas II 13.470-620 13.470-649
Jardim Governador Mário Covas III 13.470-650 13.470-679
Jardim Guanabara 13.471-330 13.471-459
Jardim Helena 13.477-250 13.477-299
Jardim Imperador 13.479-770 13.479-899
Jardim Ipiranga 13.468-420 13.468-589
Jardim Jacyra 13.467-060 13.467-069
Jardim Lizandra 13.471-320 13.471-329
Jardim Luciane 13.475-225 13.475-229
Jardim Marcia Cristina 13.466-660 13.466-699
Jardim Mirandola 13.478-850 13.478-879
Jardim Miriam 13.469-070 13.469-089
Jardim Nielsen Ville 13.467-230 13.467-249
Jardim Nossa Senhora Aparecida 13.474-460 13.474-489
Jardim Nossa Senhora do Carmo 13.472-260 13.472-359
Jardim Novo Horizonte 13.471-460 13.471-499
Jardim Novo Paraíso 13.474-300 13.474-319
Jardim Paulista 13.468-270 13.468-279
Jardim Paulistano 13.471-540 13.471-609
Jardim Paz 13.470-460 13.470-609
Jardim Planalto 13.468-899 13.468-899
Jardim Primavera 13.467-430 13.467-449
Jardim Progresso 13.477-210 13.477-224
Jardim Santa Eliza 13.474-040 13.474-059
Jardim Santana 13.478-110 13.478-189
Jardim Santarosa 13.477-899 13.477-899
Jardim Santo Antônio 13.476-600 13.476-609
Jardim São Domingos 13.471-000 13.471-732
Jardim São José 13.467-000 13.467-059
Jardim São Paulo 13.468-000 13.468-169
Jardim São Roque 13.469-410 13.469-539
Jardim São Vito 13.473-190 13.473-289
Jardim Thelja 13.479-000 13.479-139
Jardim Werner Plaas 13.478-720 13.478-739
Loteamento Industrial Machadinho 13.478-680 13.478-719
Loteamento Industrial Nossa Senhora de Fátima 13.478-800 13.478-829
Loteamento Industrial Salto Grande I 13.474-750 13.474-789
Loteamento Jardim Progresso 13.471-500 13.471-539
Loteamento Residencial Industrial João Santarosa 13.477-300 13.477-329
Loteamento Residencial Jardim Jacyra 13.467-730 13.467-749
Maria Crivellone Abrão 13.478-899 13.478-899
Monte Carlo 13.476-690 13.476-729
Morada do Sol 13.470-200 13.470-319
Nossa Senhora de Fátima 13.478-320 13.478-349
Nova Americana 13.466-050 13.466-179
Paraíso 13.465-700 13.465-729
Parque das Nações 13.470-000 13.470-199
Parque Dom Pedro II 13.476-610 13.476-649
Parque Gramado 13.469-560 13.469-639
Parque Liberdade 13.470-400 13.470-459
Parque Mangueira 13.475-470 13.475-479
Parque Nova Carioba 13.473-710 13.473-849
Parque Novo Mundo 13.467-450 13.467-800
Parque Primavera 13.474-000 13.474-019
Parque Residencial Jaguari 13.473-650 13.473-709
Parque Residencial Nardini 13.468-280 13.468-419
Parque Residencial Tancredi 13.475-720 13.475-749
Parque São Jerônimo 13.469-640 13.469-769
Parque Universitário 13.467-650 13.467-729
Portal dos Nobres 13.479-750 13.479-769
Praia dos Namorados 13.475-430 13.475-469
Recanto Azul
Recanto Jatobá 13.475-400 13.475-409
Recanto Vista Alegre 13.474-280 13.474-299
Remanso Azul 13.476-540 13.476-559
Residencial Boa Vista 13.477-490 13.477-529
Residencial Horto Florestal Jacyra I 13.468-361 13.468-389
Residencial Praia dos Namorados 13.474-220 13.474-259
Residencial Santa Paula 13.475-750 13.475-759
Residencial Vale das Nogueiras 13.474-350 13.474-399
Riviera Tamborlim 13.475-200 13.475-219
Santa Cruz 13.477-350 13.477-489
Santa Sofia 13.477-230 13.477-249
Santo Antônio 13.465-760 13.465-779
São Benedito 13.476-650 13.476-689
São Jerônimo 13.470-899 13.470-899
São José 13.476-100 13.476-119
São Luiz 13.477-530 13.477-669
São Manoel 13.472-000 13.472-259
São Sebastião 13.476-000 13.476-049
Vale das Paineiras 13.474-260 13.474-279
Vila Amorim 13.469-110 13.469-149
Vila Bela 13.474-700 13.474-729
Vila Belvedere 13.473-000 13.473-169
Vila Bertini 13.473-420 13.473-639
Vila Biasi 13.466-700 13.466-709
Vila Conquista 13.474-020 13.474-039
Vila Cordenonsi 13.472-420 13.472-569
Vila Dainese 13.469-200 13.469-319
Vila Frezzarin 13.465-780 13.465-819
Vila Galo 13.466-340 13.466-399
Vila Israel 13.478-520 13.478-549
Vila Jones 13.465-540 13.465-569
Vila Louricilda 13.469-000 13.469-039
Vila Margarida 13.473-290 13.473-309
Vila Mariana 13.473-380 13.473-419
Vila Massucheto 13.465-570 13.465-589
Vila Mathiesen 13.467-300 13.467-349
Vila Medon 13.465-160 13.465-249
Vila Molon 13.468-590 13.468-609
Vila Nossa Senhora de Fátima 13.478-550 13.478-679
Vila Omar 13.469-090 13.469-109
Vila Pavan 13.465-090 13.465-159
Vila Rasmussen 13.466-899 13.466-899
Vila Rehder 13.465-330 13.465-429
Vila Rio Branco 13.471-790 13.471-809
Vila Santa Catarina 13.466-240 13.466-339
Vila Santa Inês 13.469-040 13.469-069
Vila Santa Maria 13.471-610 13.471-789
Vila São Pedro 13.466-450 13.466-519
Vila Vitória 13.467-350 13.467-379
Werner Plaas 13.478-350 13.478-480