Município de Monte Sião, estado de Minas Gerais (MG)

O principal ramo de atividade de Monte Sião é a confecção de roupas de malhas, através de micro-empresas, e sua comercialização em alta escala...



Mais sobre :


Maior doação de roupas
Maior cabideiro do Brasil
Município Monte Sião
Unidade federativa MG  (11 )
DDD 35
Estado Minas Gerais
Cep Inicial 37.580-000
Cep Final 37.580-000
Latitude -22,4100
Longitude -46,5600
Altitude 857
Area KM² 291,0
Codigo Correios 3446
Codigo IBGE 314340
Censo Demográfico IBGE
Ano Masc Fem Total % Var.
1996 9293 9238 18531  
2007     19228 3,76 %
2010        
O Município de Monte Sião situa-se no Sul do Estado de Minas Gerais e orgulhosamente se destaca como marco divisório de Minas e São Paulo.

É bem acidentada a sua topografia, porém suas terras são férteis e saudável o seu clima, caracterizado por verões brandos e úmidos. Tendo a duração de três meses o período seco, coincidindo com os meses mais frios de junho e julho, quando se registra o fenômeno das geadas. A temperatura média anual é de 210C e no inverno oscilando a 00C.

Tendo sua área de 291 km², toda cercada e sensivelmente atravessada por cordilheiras, com montes mais ou menos elevados. Confronta-se com os municípios paulistas de Socorro, Águas de Lindóia e Itapira; e com os municípios mineiros de Jacutinga, Ouro Fino e Bueno Brandão. Monte Sião nasceu pelas águas correntes do Rio das Pedras e se fez cidade na crista de uma colina, ao pé do histórico Morro Pelado.

A área onde se altéia caracteriza-se pela sua posição montanhosa, sulcada levemente por duas correntes de água. Fechando a leste, procedente do Estado de São Paulo, as águas do Ribeirão do Tanque, e a oeste as águas do Ribeirão do Pelado, que circunfluem a cidade e se juntam na Formação do Rio das Pedras, e este, por sua vez, após receber diversos pequenos afluentes, desemboca no Rio Eleutério, no lugar das “gramas roxas”.

O sítio urbano está embelezado e fortemente protegido por três nobres elevações, a oeste o Morro Pelado, com 1.400 m, ao norte a Serra dos Macacos, com 1.139 m e a leste com o Morro da Batinga, com 950 m.

As serras abraçam carinhosamente este lugar, que tem sua posição marcada pelas coordenadas geográficas de 22º 25’ 57” de latitude sul e 46º 34’ 21” de longitude W.Gr.
Monte Sião fica a 391 km da capital do estado, em linha reta, rumo S.0.

Por rodovia está a 1.100 Km de Brasília, 170 km de São Paulo, 470 km de Belo Horizonte, 100 km de Campinas, 420 Km de Juiz de Fora, 582 Km de Uberlândia, 250 Km de Varginha, 460 Km do Rio de Janeiro, 583 Km de Curitiba, 90 km de Pouso Alegre, 7 km de Águas de Lindóia, 31 km de Ouro Fino, 33 km de Socorro, 22 km de Jacutinga, 37 km de Jtapira, 33 km de Bueno Brandão. Acesso: BR-381 / MG-290 / MG-459

História

A referência mais antiga encontrada no calendário histórico de Monte Sião parte do ano de 1790, quando chegava ao fim a era da mineração, principalmente do vizinho Distrito de São Pedro, no Arraial de Ouro Fino, onde se localizava a Guarda Mineira. Encerrando o ciclo do ouro para dar lugar ao período da pecuária e da agricultura, tinha inicio nesta região, por volta de 1800, através das Picadas do Mogi, a grande corrida em busca de posses de boas terras para formação de fazendas.

Em 1838, o fazendeiro Major Antônio Bernardes de Souza, então com 35 anos de idade, conferia ao lugar características de Arraial, segundo reza a tradição, denominando-o de “Jabuticabal”. Missionários do além mar, de passagem pelo arraial (1850) deram-lhe o nome de Monte Sião, á vista da semelhança do acidente geográfico local com o nome bíblico das colinas de Jerusalém. A partir daí o arraial alcançaria uma série de melhoramentos na força de seu trabalho.

A via pública do Arraial tinha o seu começo um pouco acima das pequenas lagoas permanentes provocadas pelo antigo curso do ribeirão que fecha a leste, procedente de São Paulo e subia obedecendo a regularidade do alinhamento. Logo recebia o nome de Rua Direita. A Rua Direita foi iniciada na travessa, hoje, da Rua José Moterani e prosseguindo por uma elevação até a velha casa dos Pennacchi, cuja madeira de construção foi tirada do largo da Capela pelo então proprietário, capitão José Luiz de Santa Bárbara Cavalheiro.

Essa rua, já se denominou Rua 15 de Novembro (1894) e hoje Rua Presidente Tancredo Neves (1985).

As outras duas vias, popularmente denominadas Rua do Sapo (atualmente Rua Ernesto Gottardello) e Rua da Palha (atualmente Rua Juscelino K. Oliveira) eram alinhadas e abertas em pontos distantes, uma a leste, paralela ao referido ribeirão e outra a oeste do povoamento.

A atual Praça Prefeito Mário Zucato, com seu magnífico jardim público, inaugurado em 1941, foi parcialmente projetada pelos primeiros povoadores, onde se erigiu em 1849 a Capela com a invocação de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Por força de Lei 665, de 27 de abril de 1854, já com o nome de Monte Sião, o povoado passou à categoria de distrito, ligado inicialmente ao município de Pouso Alegre e a partir de 1880, ao município de Ouro Fino. Em 1881 foi instituída a paróquia de Monte Sião.

Em 1888 chegam os imigrantes italianos (cerca de 350 famílias) que passariam a influenciar diretamente em todas as atividades, dedicando-se destacadamente ao cultivo do café. Desde então o trabalho passaria a ser uma vocação coletiva. No dia 06 de janeiro de 1950, em obediência ao decreto 3208, baixado pelo governador Milton Soares Campos, o povo monte-sionense festeja a instalação de sua Comarca.

Em 27 de agosto de 1957, Monte Sião passa a ser Estância Hidromineral. Em 1982, Monte Sião é transformada em cidade turística. A partir daí, seu progresso foi cada vez mais gradativo. É hoje conhecida internacionalmente.

Origem do Nome

Em 1815, a região de Monte Sião era conhecida por “Lotério Acima”, em razão do Rio Eleutério, que nasce no centro do território deste município e corre com esse nome até a antiga região do “Lotério Abaixo”.

Em 1819, teve início a formação do lugar ao pé do Morro Pelado com a denominação de Bairro do Eleutério, para mais tarde, em 1838, receber o nome de Arraial do Jabuticabal.

No ano de 1850, os frades franciscanos, frei Eugênio Maria de Gênova, frei Arcanjo e frei Francisco, vieram pregar as santas missões no povoado e à vista da semelhança do referido morro, que se ergue a oeste, com o monte bíblico das colinas de Jerusalém, que bem conheciam, sugeriram então a denominação de “Monte Sion” ao lugar, que foi bem acolhida pelo povo.

A partir daí, o primeiro capelão passava a escrever os acontecimentos religiosos com esse nome, porém a comunidade, muito simples, ao invés de falar corretamente “Sion”, pronunciava “Sião” e tanto isso é verdade que, quatro anos depois, em 1854, o arraial subia a Distrito de Paz, já com a denominação de “Monte Sião”, como bem pronunciava o povo antigo e assim ficava sentenciado para todo o sempre.

Imigração Italiana

A partir de 1887, Monte Sião começava a receber as primeiras leva de imigrantes, pobres, vindo da Europa, para as atividades rurais, principalmente na maior produção de café.

Sob forte influência dos imigrantes italianos que, desde então, continuavam se instalando no Distrito; este lugar conhecia dias agitados, jamais vistos antes, bem ao sabor de seus novos habitantes, um povo vigoroso, falante, de sangue quente, disposto ao trabalho.

Havia uma espécie de “Consulado” clandestino, instalado no bairro da Guardinha, distante 13 quilômetros, onde residia e predominava o “Cônsul” Pellegrino Tortelli, um dos primeiros italianos a pisar o solo monte-sionense. Ali já se achavam também os Pamontin, que cuidavam da fabricação do vinho para a pequena colônia, que começava tomar corpo e se estender por toda área da Freguesia.

As famílias que chegavam, a maioria procedente do porto de Santos e mais de perto através de Amparo e Bragança, logo se dirigiam para o referido “Consulado” e, depois de instruídas onde melhor se fixar, partiam direto para as fazendas de café e algumas, mais instruídas, para a sede da paróquia.

Já no inicio do novo século, a agricultura, base econômica de Monte Sião, era sensivelmente incrementada pelo trabalho ingente e perseverante dos imigrantes. A sede prosperava a olhos vistos com a abertura de vias públicas, construção de grande número de casas residenciais e comerciais, mudando radicalmente, também, toda estrutura social e política do lugar e particularmente todo sistema de vida de sua comunidade até então muito enclausurada e circunspeta.

Os italianos, já em grande número, além de suas excelentes qualidades no trato de terra, agitavam tudo, ingressavam e engrossavam sem cerimônia na política partidária, quando Monte Sião começava sonhar com sua emancipação.

Essa gente “buona” e alegre, de fato, chegava para modificar e até bagunçar todo plano e hábito do pequeno lugar, tanto na parte política, como em todas as atividades sociais, religiosas, econômicas, educativas e principalmente culturais.

Assim se desenrolava, no começo do século XX, a altiva herança do major Antônio Bernardes de Souza, dentro de uma sucessão de fatos os mais significativos, como falam os documentos históricos e rezam as tradições.

Economia

O principal ramo de atividade de Monte Sião é a confecção de roupas de malhas, através de micro-empresas, e sua comercialização em alta escala; ficando a agricultura, representada pelo café e milho, em segundo plano.

No passado, não muito remoto, a população se achava em mais de 80% no campo e na agricultura mista, destacadamente a lavoura de café. Era assim a base econômica do município.
Hoje se dá exatamente o contrário, com a cidade super-habitada e inteiramente abraçada com sua nova fonte de renda.]Atualmente existem em média 2.000 estabelecimentos, entre malharias e lojas comerciais.

Distâncias aproximadas em Km de Monte Sião para:

Belo Horizonte: 484
Rio de Janeiro: 460
São Paulo: 180
Campinas: 100
Pouso Alegre: 96
Águas de Lindóia: 9

Como chegar vindo de:

Rio de Janeiro: O caminho mais curto é utilizar a rodovia Pres. Dutra até Queluz ou Lorena, de lá seguir em direção à Santa Rita do Sapucaí - Pouso Alegre - Ouro Fino. De Ouro Fino à Monte Sião.
Alternativamente pode-se utilizar a Dutra até Jacareí, pegar a Rod. D. Pedro até Atibaia, de lá seguir o trecho Atibaia-Bragança Paulista-Socorro-Lindóia-Águas de Lindóia e Monte Sião.
São Paulo: Utilizar Fernão Dias até Bragança Paulista, Depois pegar rodovia sentido Lindóia, Águas de Lindóia distante 9 km de Monte Sião.
Belo Horizonte: Utilizar a Fernão Dias até Pouso Alegre, lá seguir em direção à Ouro Fino. Dali pode-se ir para Monte Sião (32 km) ou Jacutinga (27 km).

Curiosidades

Foi graças aos imigrantes italianos, que se instalaram no Sul de Minas, a exemplo de que ocorreu em outras regiões do Brasil, que Monte Sião encontrou o seu desenvolvimento. Com muita vontade de trabalhar, esperança de ter uma vida melhor e muita fé em Deus, os italianos tombaram as terras e plantaram café. Até que um dia, sem estímulos, a agricultura deixou de existir.

Mas o povo italiano trouxe algo mais que marcou, definitivamente, o dia-a-dia do monte-sionense. Ao aportar nestas terras, esse povo lutador trouxe na mala seus costumes e tradições. Dentre eles, uma arte, que faz Monte Sião ser famosa em todo o Brasil e até no exterior: o Tricô.

As mulheres, que até então esperavam o lucro da agricultura para alimentar os
filhos, puseram fé no foi de lã e com muita habilidade no uso das agulhas iam tecendo o que jamais imaginaram: uma economia forte. Para ajudar no sustento peças de tricô e iam para a praça pública vender. Foi um sucesso.

Aí entrou em cena Dona Iracema Andretta Francisco, hoje com 74 anos. Foi ela quem comprou, com dificuldade, a primeira máquina de Monte Sião. A velha e boa Lanofix. Quando a máquina chegou foi um alvoroço. Esta máquina está exposta no museu histórico e geográfico, pertence à Fundação Cultural “Pascoal Andretta”, entidade sem fins lucrativos, local onde todo turista que passa por Monte Sião não pode deixar de visitar.

E foi no começo da década de 70 que o tricô saiu das praças para entrar numa nova etapa.
Fui eu quem começou tudo isso, declara Dona Iracema, que conseguiu criar todos os filhos, sendo que uma delas se casou com um vestido de tricô feito pela mãe.

De lá para cá, muita coisa mudou. As mulheres ensinaram os homens e hoje existem na cidade casos como o de Belmiro Carlos Odinino, que sem se render as grandes evoluções tecnológicas das máquinas, produz, com uma Elgin, 25 macacões de bebê por dia. Tenho bons lucros e uma vida boa, a família está satisfeita, finaliza o micro-empresário.

Andretta, Odinino, Bernardi, Labegalini, Canela, são sobrenomes que traduzem a força do sangue italiano no sucesso de Monte Sião. Italianos que ficaram mineiros, ou italianas que ficaram mineiras. Mulheres fortes que hoje se orgulham da tradição que consolidaram.

Além de uma economia forte, a cidade esnoba beleza natural. Tomou-se rapidamente conhecida por seu artesanato em lã, linha e couro. A evolução e o aprimoramento desta atividade foi o principal impulso no progresso e transformou Monte Sião no centro do chamado Circuito das Malhas; daí recebendo o título de Capital Nacional do Tricô.

Padroeira:

Por três anos, Monte Sião viveu uma terrível seca, com raríssimas chuvas em dois anos e um ano totalmente sem chuvas. A lenda diz que tal fato ocorrera pela ausência da padroeira da cidade, ela estava fora do seu trono.

Por tais acontecimentos, os fiéis começaram a clamar pela volta da santa, pois criam que ela traria a chuva. Isso se passou entre 1937 e 1939.

No dia em que a imagem entrou na cidade e estava chegando à igreja, ocorreu um fato histórico, para alguns, um milagre. Na entrada da cidade ao sul, começou os pingos de chuva, que chegou forte na praça da matriz. Enfim, a terra umedecida começou a finalmente produzir.

Assombrações:

Nos velhos tempos de Monte Sião, quando a energia elétrica era escassa, a noite da cidade era dominada por assombrações e lobisomens. Ninguém saía depois das 20:00 hs, com medo do coisa ruim.

No cemitério, morada dos fantasmas, ouvia-se vozes horripilantes vindas do fundo das covas de mulheres traídas.

A quaresma era o período critico. Sempre apareciam caveiras com velas dentro por toda a parte, feitas de abóboras, cabaças, etc.

Durante este período, um grupo folclórico de criadas escravas, saíam pela cidade com suas rezas cantadas, lamentos longos, doidos em voz alta, de recomendação às almas. Por sua aparição em noites calmas, essas rezadoras, às vezes drogadas de cachaça, soltavam gritos assustadores, tentando convencer as almas penadas a se retirarem para outro lugar; o que apavorava mais a população.

Mais tarde descobriram o grupo de moços que brincavam com assombrações e lobisomens. Tudo não passou de uma farsa.

História de como foi construída a primeira capela de Monte Sião:

Tendo sempre à frente do arraial o fazendeiro major Antônio Bernardes de Souza, surgia a idéia e tinha inicio o movimento para a construção da capela. Para tal fim, Joaquim Euzébio da Costa Pacheco e Joaquim Marques Ribeiro, moradores e proprietários do lugar, fizeram doação de vinte e quatro alqueires de suas terras para a formação do patrimônio da igreja. Dentro dessa considerável área, nascia na parte alta e final da rua Direita um grande largo, meio do qual ficava marcada a ereção da capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição da Medalha Milagrosa.

Nesse lugar já existia um pequeno cemitério público, construído pelo fundador, que mais tarde recebia solenemente a benção do primeiro vigário da capela.

O arraial crescia e a assistência religiosa era a aspiração máxima do seu povo, pois as dificuldades principalmente para batizar e casar os filhos, assistir missas e se preparar para o grande luto da quaresma eram muito grandes e penosas pela falta de meios de comunicação.
Na verdade, as famílias do Jabuticabal (local denominado às casas próximas a atual Praça Prefeito Mário Zucato), pessoas de fé pura, sentiam a ausência de um padre e se debatiam ainda com o problema das enchentes do rio Mogi, o grande obstáculo para chegarem, a pé ou a cavalo, à paróquia de Ouro Fino. Para esse percurso de cinco léguas, haviam aberto um caminho na mata, que mais tarde viria a se constituir na primeira estrada de ligação com aquele município (ligação entre Monte Sião e a cidade vizinha de Ouro Fino).

De fato, o povoado, como tal, com suas três pequenas ruas, o grande largo traçado e o cemitério, somente ficaria recolhido, para melhor se fixar na História, em 29 de março de 1849, quando explodia o acontecimento desejado de uma capela autônoma.

O lugar não podia fugir à regra comum da gênese da maioria das cidades brasileiras, fundadas sob o sentimento religioso representado por uma capela. Ouve-se dizer que a iluminação deste lugar foi concedida em 1819 e o processo de gestações se arrastou no tempo para vir à luz somente em 1849. Nasceu do trabalho heróico e das grandes virtudes do fazendeiro Antônio Bernardes de Souza e da capacidade também de seus companheiros, cujos nomes estão ao do principal fundador em quase todos os documentos históricos.

Concluída a construção da capela, do dorso de uma colina pintada de verde-natureza, no recesso escondido da mata, com a misteriosa invocação da Nossa Senhora da Conceição da Medalha Milagrosa, ficava historicamente marcada, em 29 de março de 1849, a fundação de Monte Sião, no lugar denominado Jabuticabal.

O primeiro cemitério, chegou até o ano de 1877, estava localizada na praça Prefeito Mário Zucato, ao lado esquerdo da capela de 1849, que ficava mais ou menos no centro do atual jardim público. Nesse local sagrado sepultou-se solenemente, em 1873, o primeiro fundador de Monte Sião, major Antônio Bernardes de Souza.

Fonte: Portal Monte Sião

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